Aqui estou eu, ao final da fase,diante da última porta da imaturidade,
é imprescindível a mim transpor a mesma,
assim como outras até aqui.
Rodo a maçaneta com o intuito natural de abri-la,
é claro, porém ela está fechada.
Examino impaciente os meus bolsos
a procura da chave compatível,
no entanto, não a encontro.
Naturalmente ela devia estar comigo, faz parte
da ordem dos fatos.
Devo ter sido irresponsável o bastante para não
encontra-la nas entrelinhas das circunstâncias.
E agora? Devo eu voltar por todas as fases a procura
da chave extraviada? Ou o extraviado sou eu?
(Charles Brow, o garimpeiro das circunstância)

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