Quando eu morrer, não quero que fiques triste,
quero que reconforte-se com a certeza de que eu te amei.
Quando eu morrer não quero que não haja mais motivos para continuares a seguir,
pois em toda morte há um nascimento.
Quando eu morrer, não quero uma segunda-feira,
quero um domingo de sol e um violão subjugado a tocar uma simples canção
e que todas as vozes se tornem uma só voz, e que essa voz inunde de felicidades póstumas
o meu inerte, porém não gélido, coração.
2008
(Charles Brow)


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