Havia um cristo. Em meio aos slides exibidos no telão havia um cristo, um cristo seminu e ainda coroado de espinhos que sentado em cima da cruz lamentava as inescrupulosidades dos homens. Havia uma canção de fundo que mantinha uma impecável sincrônia com a imagem e essa sincrônia aliada a escuridão daquela sala naquele momento nos convidava a um mergulho, um mergulho dentro do nosso próprio ser, com o objetivo de ao olharmos o nosso proceder, numa espécie de autoavaliação, respondessemos a nós mesmo a seguinte indagação: “o que estou fazendo diante de tantas mazelas causadas por nós em nós mesmos num masoquismo encoberto pela miopia vigente ?"
No princípio daquela noite de quarta-feira, a algazarra produzida por aqueles alunos recém-introduzidos naquele ambiente de palestra (infelizmente algumas experiências de palestras ao invés de nos empolgar para aquilo que se é falado, nos frustra. E infelizmente, na nossa latente imbecilidade humana acabamos generalizando e nos fechamos às futuras), fazia com que algumas pessoas daquele grupo de idealizadores da verdadeira paz acreditassem que talvez aquilo não desse muito certo, que aqueles a quem a palestra era endereçada não absorveriam a proposta central. Mas felizmente estávamos errados.
Como eu suspeitava, no fundo, no fundo todo ser humano anseia por um mundo de paz, o fato é que a grande maioria está buscando está paz de uma forma distorcida. O sistema nos mostra uma justiça caricaturada, uma justiça que não produz um fator que construa a paz, mas sim o extermínio, quem estiver atento a essa questão verá a plausividade nisso que estou a salientar. E diante desse confuso panorama, onde as circunstâncias nos remetem pra cada vez mais longe do amor a Deus e ao próximo:
Como eu suspeitava, no fundo, no fundo todo ser humano anseia por um mundo de paz, o fato é que a grande maioria está buscando está paz de uma forma distorcida. O sistema nos mostra uma justiça caricaturada, uma justiça que não produz um fator que construa a paz, mas sim o extermínio, quem estiver atento a essa questão verá a plausividade nisso que estou a salientar. E diante desse confuso panorama, onde as circunstâncias nos remetem pra cada vez mais longe do amor a Deus e ao próximo:
“preferimos nos omitir, esconder nossas insatisfações nos meios de alienação produzidos, muitas vezes ingenuamente, pelo Homem para destruir o próprio Homem.”
Existe um mundo, um mundo repleto de vidas humanas, animais e vegetais, nós seres humanos que não por acaso fomos agraciados pelo criador com a capacidade de raciocinar Somos responsáveis por esse mundo, este mundo que não é mundo sem a vida.
Meus amigos, a paz é fruto da justiça e a justiça provém do amor, o amor por sua vez é o próprio Deus. A paz e as demais ansiedades dos seres humanos só serão concretas a partir do momento em que seguirem uma ordem que tenha Deus como início, meio e fim.
(Charles Brow)
Dedicado ao grupo de jovens JUEC
Dedicado ao grupo de jovens JUEC
14/08/09 Sexta-feira


0 comentários:
Postar um comentário