Um anônimo resolve manifestar-se externando o seu modo de ver e sentir os mundos contidos na efemeridade dos dias.Vomitando o que desde a mais remota divagação foi ruminado,discernido e determinado em sua precoce, porém excruciante aquisição cognitiva.
Alguns dirão tratar-se de um sandeu desatinado e que suas palavras não passam de um flato oral (e literário). Estes não serão menos estimado que seus antagônicos, pois de muito contribuirão.
A intenção é que com esse manifesto cadeias se quebrem, correntes se despedassem, barreiras transcendidas sejam, casulos perfurados venham a emergir do mar de lágrimas para o sol perene; expresse-se, jamais omita o que não se pode ser omitido.
Obrigado e passe bem!
Agosto de 2011
(Charles Brow)

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